Sindicato dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado e dos Municípios da Bahia

REINO UNIDO TRICOLOR

14 abr 2008
Assim como no Reino Unido Britânico, o Reino Unido Tricolor também tem a sua “rainha elizabeth”.
Enquanto o Presidente Pertrônio Barradas passa o dia na sacada do seu palácio acenando para os seus súditos, o Vice-Presidente e Conselheiro do Tribunal de Contas, Dr. Paulo Virgílio Maracajá  Pereira comanda do Esporte Clube Bahia com suas próprias mãos.
Em abril deste ano o “presidente” Paulo Maracajá tentou, sem sucesso, contratar, o então técnico do Colo-Colo, Ferreira para o Esporte Clube Bahia.
Houve em Brasília uma reunião para tratar assuntos do Timemania com Clubes de futebol do Brasil, e o vitalício Conselheiro do TCM e “presidente do Bahia” estava lá, enquanto o outro Presidente continuava na sua sacada acenando para os seus súditos.
Agora surge na imprensa, mais especificamente no programa de Bobô exibido pela TV Band, que o Vice-Presidente do TCM e eterno presidente do Bahia dilapidou o patrimônio do Clube ao “doar” o jogador Cícero, um dos artilheiros do Campeonato Brasileiro da 1ª divisão, pertencente ao Tricolor, para um empresário em troca de alguns milhares de Reais. Tudo isto longe da sacada do palácio do Presidente Petrônio para que este não tomasse conhecimento.
Vale lembrar que a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Município do Estado da Bahia, no inciso II do Art. 22 que diz: “É vedado ao Conselheiro, exercer cargo técnico ou de direção de sociedade civil, associação ou fundação de qualquer natureza ou finalidade, salvo de associação de classe, sem remuneração”. Esta Lei foi assinada em 06.12.1991 pelo então Governador Antonio Carlos Magalhães. Portanto o único cargo vitalício que o Sr. Paulo Maracajá poderá exercer o de Conselheiro do TCM.
Qual o poder que o Sr. Paulo Maracajá tem para negociar  passe de um atleta do Clube? Será que o passe do atleta ainda era do Bahia? Quem seria o dono?
Como ficou a ida de Bruno César para o São Paulo? Quem deu a “pernada de anão” no Bahia? Será que foi só o São Paulo?
Como estão as situação dos passes de outros jogadores do Bahia como Rafael Bastos, Danilo Rios e outros? Quem é(são) o(s) dono(s)?
O Bahia necessita de uma auditoria para responder estas e outras urgentes, mas tem que ser urgente, senão estas perguntas só serão respondidas após uma necropsia.
Para que o Esporte Clube Bahia não morra, só resta uma saída.
RENÚNCIA JÁ!
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